Por Gastón Acuña, Federico Willoughby, Pablo Rodríguez Grez
Talvez o “nacionalismo”, como conceito doutrinário, contenha postulados muito diversos e até contraditórios para cada país e cada momento de sua história; talvez as circunstâncias o tingam e o desfigurem; mas o que permanecerá constante em sua essência é essa visão, essa experiência da nação como uma tarefa que, às vezes, devido à sua impraticabilidade ou impossibilidade, se torna fonte de dor, e que, outras vezes, ao trilhar o firme caminho da unidade nacional, se transforma em júbilo, fé, mística coletiva e fecundidade criativa.
Em suma, sentir a nação, aqui e agora, como uma tarefa coletiva, na qual se está inescapavelmente comprometido e que deve ser realizada em conjunto, comunitariamente, participativamente, com toda a urgência que essa palavra implica, é ser nacionalista.
Portanto, não se pode ser nacionalista e espectador.
É por isso que se argumenta que o nacionalismo, mais do que uma doutrina, é uma atitude, um modo de ser, um comportamento, um estilo de vida".